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Sem Risco de Contaminação por Santa Comunhão, Dizem Estudos Científicos

A ciência concorda com a Igreja: A Santa Comunhão não pode espalhar a doença. Nenhuma transmissão de doença infecciosa jamais foi ligada ao uso de um cálice comum de comunhão.

Por 2000 anos, durante inúmeros casos de epidemias, pestilência e até da Peste Negra, os sacerdotes continuaram a dar fielmente a comunhão à milhões de Cristãos ao redor do mundo. Não há nenhum caso documentado de transmissão de doenças relacionados à Santa Comunhão.

Para aqueles que possuem fé em Cristo, as razões são óbvias. Todavia, em prol do debate, o que é que os cientistas têm a dizer sobre isso? Pode a ciência explicar as razões?

O Diário Americano de Controle de Infecções publicou os resultados de muitos estudos científicos, abordando vários temas-chave sobre controle de infecção controle epidemiológico. Eles publicam artigos avaliados por seus pares que cobrem temas clínicos, assim como pesquisas originais.

Eles publicaram um estudo intitulado: Risco de Transmissão de Doenças Infecciosas por um Cálice Comum de Comunhão.​​​​​ Múltiplos doutores e profissionais médicos participaram deste estudo, e seus achados são claros:

"Nenhum caso documentado de transmissão de doenças infecciosas jamais foi ligado ao uso de um cálice comum de comunhão."

De acordo com o próprio CDC (Centro de Controle de Doenças), “o risco é tão pequeno que é indetectável”. 

Para aqueles que têm fé em Cristo, nada disso é uma surpresa. Cristãos Ortodoxos creem que a Santa Comunhão é literalmente milagrosa. Não é apenas pão e vinho, meramente lembrando as pessoas acerca da morte e ressurreição de Cristo. De acordo com o ensino Cristão Ortodoxo, Deus muda o pão e o vinho, para que eles se tornem o corpo e o sangue de Jesus. 

Como o próprio Jesus disse:

"Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele."

É claro, sua afirmação - embora verdadeira - não pode se investigada em um laboratório científico. Artigos científicos revisados por seus pares não possuem o costume de publicar estudos envolvendo eventos sobrenaturais. 

Portanto, se os cientistas quisessem investigar a probabilidade de se contrair doenças por meio da Santa Comunhão, qual abordagem eles deveria tomar?

Anne LaGrange Loving é uma microbiologista de Nova Jersey que conduziu estudos sobre este mesmo assunto. Ela é uma profissional muito experiente em seu campo, uma professora de universidade, e foi até manchete de jornais, descobrindo os perigos de rodelas de limões contaminadas em restaurantes.

Ela queria descobrir se a Santa Comunhão era um meio para a transmissão de doenças. O resultado de sua investigação foi um audível "Não".

De uma perspectiva científica, ela disse que “pessoas que bebem do cálice da Comunhão não adoecem tanto quanto as demais pessoas”.

Quando arguida sobre suas razões por conduzir tais investigações científicas, ela disse:

“Sou uma microbiologista e vou à igreja. Tinha minhas preocupações sobre o que acontecia nos trilhos do altar.”

Ela quis descobrir se doenças eram causadas pela Comunhão. Ela estudou 681 pessoas em Nova Jersey por um período de 10 semanas, sem descobrir nenhuma taxa diferente de doenças entre aqueles que iam à igreja e recebiam Comunhão, os que iam à igreja e não recebiam Comunhão e aqueles que não iam à igreja.

"Isso é verdadeiro até mesmo para aqueles participantes que iam à igreja e recebiam os sacramentos todos os dias durante 10 semanas", ela escreveu.

Estes achados científicos permanecem verdadeiros, não obstante a crença e a fé particular de uma pessoa. A própria Loving é Episcopal. Muito embora Protestantes, Católicos e Cristãos Ortodoxos possuam diferentes crenças sobre a significância da Santa Comunhão, contanto que usem vinho de verdade e um cálice de ouro ou prata, a probabilidade de transmissão de doenças é praticamente nulo.

"Existe uma diferença entre beber do Cálice da Comunhão e de um copo de café deixado por alguém no meio fio", ela disse.

Sendo uma microbiologista, ela disse que o risco é reduzido porque o cálice é limpo após cada gole, o álcool do vinho pode matar germes e, ao contrário de copos de cerâmica, a prata e o ouro utilizados na maioria dos cálices não concentram micróbios.