Sacerdotes Ortodoxos Purificam Praça da Cidade com Água Benta Após Marcha LGBT

MORE:Notícias
Originally appeared at: Orthodox Chrisitanity

O clero da diocese Ucraniana de Zaporizhzhya purificou a praça da cidade com Água Benta no Domingo, após a realização de uma “Marcha pela Igualdade” LGBT.

A marcha, que incluiu o “casamento” simbólico de três casais lésbicos, parece ter sido recebida com indiferença pelos moradores locais.

Foto: Facebook


“O lugar profanado em Zaporizhzhya foi aspergido com Água Benta”, escreve o Arcipreste Gennady Elin, chefe da chancelaria da Diocese de Zaporizhzhya em sua página no Facebook.

“O 'Sermão da Montanha' de hoje sobre o pecado da fornicação e sodomia foi recebido de forma ambivalente pelos residentes da região de Zaporizhzhya... Mas, como eles dizem, você tem que condenar o pecado, não o pecador”, escreveu.

“Portanto, após as 'cerimônias' dedicadas à propagação de estilos de vida pouco saudáveis, servimos um moleben (rito de oração) para a Admoestação dos Aflitos por Paixões Corruptoras d'Alma no local desses eventos, e para fortalecer os resultados, abençoamos o local com água benta”, testemunhou o Pe. Gennady.

Conforme a União dos Jornalistas Ortodoxos, o comício LGBT reuniu várias centenas de pessoas, inclusive de outras cidades e países, além de representantes de organizações internacionais (OSCE, Anistia Internacional).

Anteriormente, Sua Eminência, o Metropolita Lucas, o hierarca da Diocese de Zaporizhzhya, havia pedido às autoridades que proibissem o evento LGBT, embora não tenham ouvido seu apelo.

“No dia 20 de setembro, testemunharemos a profanação de nossa terra Zaporizhzhya, como parte de um desfile sob os símbolos LGBT - uma demonstração pública de pecado!” escreveu em seu canal no Telegram.

Atualmente, estamos testemunhando uma parcialidade extrema, escreveu Sua Eminência, dado que igrejas estão sendo confiscadas da Igreja canônica Ucraniana, paroquianos e clérigos estão sendo espancados e pessoas estão sendo privadas de suas propriedades por terem uma visão religiosa ou política errada, e as autoridades “democráticas” da Ucrânia não veem nenhuma violação dos direitos humanos em tudo isso.

Por outro lado, se “alguém se atrever a expressar dúvidas sobre a necessidade de se promover uma orientação sexual não tradicional em nossa sociedade, é imediatamente classificado como um criminoso particularmente perigoso”, escreveu o Metropolita Lucas. “Mas nós, na verdade, apenas protegemos nossa cultura nacional e nossos valores familiares”.

Enquanto a Igreja se opõe a estilos de vida pecaminosos, ele diz: “Não somos contra pessoas que escolhem por sua própria vontade, digamos, comer comida estragada... Se alguém gosta de consumir coisas estragadas, que viva assim, por conta própria em seu próprio espaço pessoal. Mas não queremos que nossos filhos tomem seu exemplo”, explicou o hierarca.

O Metropolita Lucas concluiu ao conclamar todas as “forças sociais e políticas sólidas que se preocupam com o destino da Ucrânia” a expressarem sua posição sobre o assunto e se posicionarem a favor do Estado de Direito.

Anteriormente, ele escreveu que “O verdadeiro objetivo do movimento LGBT é quebrar os princípios morais básicos estabelecidos por Deus e impor novos padrões de moralidade”.

MORE:Notícias