Fazendeiros Sul-africanos Brancos Dizem “Da” para a Oferta de Asilo de Putin

Com o intento do governo Sul-africano de dar todas as terras cultiváveis da nação para os negros e os fazendeiros brancos sendo massacrados com hedionda e horrível violência, o Presidente Russo Vladimir Putin abriu as portas da nação para a população branca. Agora, cerca de 15.000 Bôeres estão planejando aproveitar a oferta de Putin e abrigarem-se nas verdejantes – e seguras – pastagens em uma região de prados cultiváveis da Rússia.

Para muitos fazendeiros Sul-africanos, que assistiram seu país decair de uma maravilha econômica de primeira ordem até um país que mal figura no Índice de Desenvolvimento Humano - com uma taxa de desemprego beirando os 60% - basta.

Um bom número desse povo trabalhador tem levantado seu acampamento e partido para os pastos Russos entre a Ucrânia e o Cazaquistão, onde mais de 65% da terra é dedicada à agricultura.


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Em grande parte, o êxodo foi provocado pelo governo da África do Sul, liderado pelo Presidente Cirilo Ramaphosa, que “jurou tornar as terras em posse dos fazendeiros brancos desde os anos 1600 para os cidadãos negros do país”. O governo Sul-africano “está planejando colocar um fim no que é chamado de o legado do apartheid, pois que a maior parte das terras da África do Sul estão ainda nas mãos da minoria branca da população”.

Desde que os negros suplantaram os brancos na estrutura de governo da África do Sul, o país encontra-se em decadência, com contínuos apagões de eletrecidade e o maior índice de homicídio do mundo, assim como um dos maiores índices de estupro do planeta.

Tristemente, as crianças constituem a maior parte das vítimas de estupro na África do Sul. Crê-se que isto é o resultado de um mito em que ter relações sexuais com uma virgem cura o homem de AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Se uma mulher é estuprada, existe 25% de chance de que seu violentador tenha AIDS. Muito embora avisos sejam postos por toda parte do país, explicando que estuprar crianças não irá curar a AIDS, este crime hediondo continua a aumentar.

Roubos de carros e sequestros são agora um acontecimento diário com o qual a minoria branca tem tido que lidar desde que os negros tomaram o poder. Uma notória parte do obsceno índice de homicídio na África do Sul constitui-se em ataques contra fazendeiros brancos.

No ano passado, este jornal entrevistou Simon Roche (lê-se “róch), um Sul-africano de 47 anos que, junto com seu grupo de Suidlanders (lê-se “seitlãnders), acreditam que seu país está as beiras de um colapso total e que é preciso preparar-se para uma guerra civil entre negros e brancos.

Roche explicou para este repórter que enquanto 80% dos 55 milhões de habitantes são negros e os brancos constituem meros 8.1% deste total, o índice de homicídio é “algo como 1.370% mais alto do que o índice de homicídio de todos os Americanos, independente de que raça eles sejam e por qual raça eles tenham sido mortos”.

Roche sublinhou para este repórter o quão brutal é o índice de homicídio na África do Sul ao notar que, há apenas um ano atrás, “mais de 74.000 pessoas brancas foram assassinadas por negros desde o início desta nova democracia multiracial da “nação arco-íris” da África do Sul.

Muitos destes que foram brutalmente assassinados eram fazendeiros – eis o porquê deles estarem considerando a oferta da Rússia – embora você não saberia disso se dependesse dos relatos das mídias de notícias falsas (fake news) sobre esta tragédia. Todas as mídias corruptas referem-se a estes homicídios direcionados como “teoria da conspiração”, imaginada por nacionalistas brancos e que “ataques às fazendas são parte de um problema mais amplo de crime na África do Sul, que não tem uma motivação racial”.

Um tweet do Presidente Trump, de 22 de agosto deste ano, ajudou a lançar luz sobre este blecaute da mídia de notícias falsas. Ele escreveu, “eu tenho pedido ao Secretário de Estado [Pompeo] que estude de perto estes confiscos e expropriações de terras e fazendas Sul-africanas e o assassinato de fazendeiros”.

Neste mês de julho que passsou, algumas poucas semanas antes que o Presidente Vladimir Putin visitasse Joanesburgo para uma conferência econômica, um grupo de 30 famílias fazendeiras de Sul-africanos visitou a Rússia, dizendo que eles enfrentam “violentos ataques e ameaças de morte em casa”, argumentando em prol dos mais de 15.000 Bôeres que planejam mudar para lá.

O governo Putin tornou mais fácil para os Sul-africanos visitarem seu país quando, neste último mês de abril, eles “eliminaram os requisitos para o visto de turista... significando que todas as visitas de Sul-africanos não são mais examinadas com antecedência”. Atualmente, menos de 10.000 Sul-africanos vivem na Rússia.


Dave Gahary, um ex-submarinista da Marinha dos Estados Unidos, prevaleceu em um processo levantado pela Bolsa de Valores de Nova York em uma tentativa de silenciá-lo. Dave é o produtor de um futuro longa metragem sobre o ataque ao USS Liberty. Veja erasingtheliberty.com para mais informações e para adquirir o novo livro no qual o filme será baseado, Apagando a Liberdade (Erasing the Liberty).


Fonte: American Free Press