Casal Americano Acusado de CRIME DE ÓDIO por Cobrir Mural do VNI

Por cobrir um mural do VNI, eles foram acusados ​​de "violação dos direitos civis"... 

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O casal da Califórnia que tentou cobrir o mural do "Vidas Negras Importam" da cidade de Martinez no dia 4 de julho foi acusado de um crime de ódio e de dois outros delitos cometidos por uma controversa promotora "progressista".

Nichole Anderson e David Nelson sofreram três acusações de contravenção por seus esforços de cobrir um mural do Vidas Negras Importam em frente à Corte de Justiça de Wakefield Taylor, poucas horas depois que a pintura original foi concluída com a bênção completa da cidade de Martinez, como revelou uma declaração do escritório da procuradora do distrito de Contra Costa, Diane Becton, na terça-feira. O casal pode pegar até um ano de prisão por seu ato de "vandalismo".

©  YouTube / Kerry Leidich


Os moradores de Martinez foram acusados ​​de "violação dos direitos civis", vandalismo com prejuízo de US$ 400 e posse de ferramentas para cometer vandalismo ou pichação. A polícia buscou a ajuda do público na identificação do casal após o vídeo de Anderson levando um rolo e uma lata de tinta preta para as letras amarelas brilhantes, enquanto Nelson declarava que as “narrativas” de brutalidade, racismo e opressão policial eram “mentiras esquerdistas”, viralizou na semana passada.

Hey guys—can you let me know if I’m allowed to criticize BLM on twitter? If I mistakenly type “BLM” on my phone, is it a hate crime if I delete it? Please advise. https://t.co/Nj4dCg9FhF

— David Reaboi (@davereaboi)

July 7, 2020

(Ei pessoal, vocês podem me informar se eu posso criticar o VNI no twitter? Se eu digitar “VNI” por engano no meu telefone, é um crime de ódio se eu o excluir? Por favor me ajudem. https://t.co/Nj4dCg9FhF - David Reaboi (@davereaboi) 7 de julho de 2020)

“Mantenham essa m**** na b**** de Nova York! Isso não vai acontecer na minha cidade! Anderson é ouvida gritando no vídeo, enquanto Nelson afirma que o VNI é em si próprio "racismo" e desafia os espectadores irritados que o chamavam de "colonizador" para irem "estudar a história" e ler sobre a Proclamação de Emancipação, o decreto do Presidente Lincoln que libertou os escravos durante a Guerra Civil.

So 2 residents can be charged with a hate crime for vandalizing a BLM mural, but yet nothing happens to those who had toppled down the St Junipero Serra statue at Golden Gate Park is just more evidence of the double standard that California has. Truly shameful. https://t.co/ZAtwddKg6t

— David Sibrian (@davidsibrian11)

July 7, 2020

(Portanto, o fato de que dois moradores podem ser acusados ​​de um crime de ódio por vandalizar um mural do VNI, mas que nada acontece com aqueles que tombaram a estátua de Fra Junípero Serra no Parque Golden Gate é apenas mais uma evidência da parcialidade da Califórnia. Verdadeiramente vergonhoso. https://t.co/ZAtwddKg6t - David Sibrian (@ davidsibrian11) 7 de julho de 2020)

Em sua declaração desde seu escritório, a Promotora Distrital Becton elogiou o VNI como "uma importante causa de direitos civis que merece toda a nossa atenção", insistindo que "devemos abordar a raiz e o subproduto do racismo sistêmico em nosso país". Ela foi eleita para o cargo em 2017, apesar da revelação de que plagiou grandes partes de seu documento de inscrição e que não tinha experiência na promotoria, impulsionada por mais de um quarto de milhão de dólares em contribuições de campanha do especulador bilionário George Soros, que não escondeu nada de seu desejo de que promotores "progressistas" fossem nomeados nos EUA.

Martinez, California couple Nichole Anderson and David Nelson have been charged with a hate crime for defacing this Black Lives Matter mural. pic.twitter.com/8ylxx5qfNc

— Ian Miles Cheong (@stillgray)

July 8, 2020

(O casal Nichole Anderson e David Nelson, de Martinez, Califórnia, foi acusado de um crime de ódio por desfigurar esse mural do Vida dos Negros Importam. pic.twitter.com/8ylxx5qfNc - Ian Miles Cheong (@stillgray) 8 de julho de 2020)

Promotores como Becton foram criticados à medida que as taxas de criminalidade aumentaram em muitas cidades, com a pandemia de coronavírus descarrilando muitos elementos do sistema judicial e com as amplas medidas de reforma da fiança acabando com outros. Na segunda-feira, a promotora do distrito de Manhattan acusou Amy Cooper de "A Racista do Central Park" por registrar um relatório falso por meio de uma viralizante chamada ao 911 (polícia) contra um um observador de pássaros negro que havia lhe dito para amarrar seu cachorro e que tentou atraí-lo com guloseimas - ao mesmo tempo em que a Cidade de Nova York enfrenta uma epidemia de violência armada que não é vista na cidade há décadas.

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