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PESQUISA ASSUSTADORA: Religião e Patriotismo Estão Despencando na América

Há vinte anos, 70% dos Americanos disseram que "patriotismo" era muito importante. Esta número agora caiu para 61%. Aqueles que citaram religião como sendo importante diminuíram ainda mais, indo de 62% em 1988 para menos da metade - 48% - atualmente.

Originally appeared at: Life Site News

Uma pesquisa da NBC/Wall Street revelada em agosto de 2019 traz um mal presságio para o futuro da América, apesar de uma crescente economia.

Um total de 43% dos Americanos pensam que o sistema apenas funciona para os ricos e poderosos, e quando perguntados se "sentimentos de ira" os descrevem "muito bem", desde 2015, a resposta foi um contudente sim: 48% das mulheres com menos de 50 anos, 46% dos afro-americanos e 49% dos hispânicos.

O pessimismo também é generalizado: 68% dos adultos com menos de 35, 64% dos mais velhos, 71% das pessoas pobres e da classe trabalhista, 67% dos brancos, 73% dos negros, 64% dos hispânicos e 64% dos ricos dizem não crer que a próxima geração será melhor do que a deles.

Se você quiser saber como uma das repúblicas mais livres do mundo vota em demagogos socialistas, que prometem uma repetição da Revolução Americana, esses números são um bom começo. Os americanos não estão menos irritados agora do que em 2016, quando eles chocaram o mundo ao eleger Donald J. Trump para a Casa Branca. Em muitos casos, eles estão ainda mais irritados - e isso acontece apesar do fato de muitos estarem financeiramente melhor agora do que há três anos. A persistente presidência ofensiva de Trump e as exasperações em sua base no governo são certamente um fator nisso tudo, mas somente o nível de incerteza em quase todos os grupos de Americanos é algo chocante a ser considerado. Medo e ira generalizados trazem consequências. Nós vimos isso em 2016, e veremos novamente.

Existem também outros sinais muito preocupantes. Vinte anos atrás, 70% dos Americanos disseram que o "patriotismo" era muito importante. Aquele número agora caiu para 61%. Aqueles que citaram religião como sendo importante diminuiram ainda mais, indo de 62% em 1988 para menos da metade - 48% - atualmente. Essa tendência continua, e indica que uma América pós-Cristã está surgindo. Os jovens rejeitam a Deus e o patriotismo que inspiraram as gerações passadas. Eles não apenas não compartilham mais os valores de seus pais e avós, mas, em muitos casos, eles desprezam estes valores.

Dentre os infames Milênicos e a Geração Z (aqueles entre 18 e 28 anos), aqueles que creem que o patriotismo é "um valor muito importante" despencaram ainda mais, até meros 42%. Por outro lado, 79% de suas contrapartes acima dos 55 anos dizem que o patriotismo "é um valor muito importante", sinalizando uma grande ruptura entre as gerações. Daqueles com mais de 55 anos, 67% dizem que a crença em Deus ou religião é um "valor muito importante", sendo que apenas uma porcentagem surpreendentemente baixa dos Milênicos e da Geração Z - 30% - afirmam o mesmo. O mesmo vale para as crianças: um surpreendente 54% daqueles com mais de 55 anos dizem que ter filhos é "muito importante", mas apenas um escaço 32% daqueles com menos de 38 anos concordam.

Falando de uma forma clara: as vindouras gerações dos jovens Americanos fazem pouco caso do patriotismo, são amplamente atéias e irreligiosas e 68% deles não pensam que ter filhos seja importante. Como Bill McInturff da Public Opinion Strategies [Estratégias de Opinião Pública - N.T.] francamente colocou: "Há uma América emergente em que questões como filhos, religião e patriotismo são muito menos importantes. E na América, é a geração emergente que decide para onde caminha o país". Este é um pensamento bem aterrorizante de se pensar, especialmente quando você considera que os ateus são agora o maior "grupo religioso" nos Estados Unidos e que a maioria dos seus cidadãos são completamente desconexos com os valores e aspirações de sua fundação.

Existem muitos conservadores que levianamente acreditam que a eleição de Trump indica que nem tudo esteja perdido. Os fundadores do Conservadorismo Nacional, uma gama de intelectuais pensadores de direita que se reuniram em Washington, DC neste verão, por exemplo, trabalham duro para pavimentar um novo nacionalismo Americano que possa unir uma nação dividida. Se esses números, todavia, indicam alguma coisa, talvez esse movimento tenha vindo tarde demais. O patriotismo está fora de jogada, Deus está fora, as crianças estão fora - e sem eles o nacionalismo Americano colapsa com um estrondo.

Esta é a preocupante realidade para qual nós devemos nos preparar. As eleições de 2016 foram apenas o começo das turbulências que nós veremos nos próximos anos, numa nação em que os jovens e os idosos estão fundamentalmente em oposição em relação a forma como enxergam o mundo. A eleição de Trump certamente trouxe um alívio aos Cristãos Americanos, e o firewall jurídico que sua Administração posicionou ao redor da liberdade religiosa e dos direitos pró-vida não são apenas valiosos, mas serão definitivamente essenciais nos anos seguintes. Uma vez que Trump deixar o gabinete, os progressistas voltarão com tudo - e eles terão a amarga e irada juventude Americana marchando atrás de si.